Olá a todos. Nesses tempos de foto digital, muitas vezes precisamos editar nossas fotos, alterando o formato do arquivo, o tamanho, acrescentando bordas e etc. Quando o objetivo é apenas edita uma foto ou outra, o trabalho é bem simples. Acontece que muitas vezes precisamos fazer edições em lotes de fotos, ou seja, em uma pasta inteira. Fazer uma edição comum a todas as fotos de forma individual é trabalho chato! Para isso, foram criados os programas que fazem o “batch”, que é a edição em lote de arquivos. No GNU/Linux, temos um programa leve, fácil de mexer e que é uma mão na roda quando se necessita fazer edição de fotos em grupo., o Phatch (que significa Photo+Batch). Esse programa está a 1 clique de ser instalado no Ubuntu, bastando procurá-lo na lista de programas, no “Adiocionar/Remover” dos menu “Aplicativos”, clicar nele e mandar instalar… fácil como quase tudo no Ubuntu.
Vou mostrar nesse post como fazer uma edição em um grupo de 70 fotos “.bmp” que se encontram em uma pasta, convertendo elas todas para o formato “.jpg” (formato mais comum usado nos computadores) e diminuindo as fotos em 50% do tamanho original. Vamos aos passos:
O programa funciona basicamente assim: você escolhe uma lista de tarefas que deseja executar nas fotos, depois indica onde estão as fotos e depois manda executar as tarefas… bem simples! Com o programa aberto, precisamos apenas clicar em “+”, para adicionar uma tarefa.

Na tela que se abriu, escolhi a tarefa “Escala”, pois queria diminuir o tamanho das fotos e depois cliquei em “Add”, para adicionar essa ação a minha lista de tarefas.

Cliquei em “+” novamente para escolher a tarefa “Salvar”, pois queria converter para o formato “.jpg”. Note que na lista de tarefas você terá um bom número de funções que poderá adicionar na sua lista de tarefas, como arredondar bordas, alterar brilho/contraste, espelhar as fotos, etc. Sempre você deverá terminar a lista de tarefas com a função “Salvar”, pois só assim o programa funcionará. Parece lógico, uma vez que você precisa salvar os arquivos editados para que eles tenham efeito.
Depois de listadas as tarefas, configurei elas como eu queria, expandindo a lista de funções e alterando os parâmetros de acordo com a minha finalidade.

Note na foto que coloquei a altura e largura em 50%, para que a fotos, depois de salvas ficassem em metade do seu tamanho original. Na tarefa “Salvar”, escolhi que as fotos fossem salvas no formato “.jpg”, mantendo uma qualidade de 85, que é considerado boa qualidade para o formato JPEG. Uma vez feitas as alterações, cliquei no item “Nome do Arquivo”, para indicar onde estavam os arquivos que eu queria editar.

Uma vez configurado tudo, cliquei no ícone “Execute this action”, para executar minha lista de tarefas. Uma janela se abriu, perguntando onde estavam os arquivos
Na janela que se abriu, pude escolher que queria que as terfas fossem aplicadas a uma pasta. Indiquei a pasta onde meus arquivos se encontravam, bem como mandei que o programa procurasse, dentro da pasta escolhida, arquivos no formato “.bmp” e “.dib”. Isso é bastante útil quando se tem vários arquivos de fotos de diferentes formatos, pois permite que você faça uma edição seletiva dos arquivos pelo seu formato. Mantive desmarcada a opção “Sobrescrever as imagens existentes”, pois eu desejava manter os arquivos originais. Se não os quisesse, bastaria marcar essa opção.

Feito isso, cliquei em “Batch” e pronto! Tudo feito. Minhas 70 imagens foram todas convertidas para JPEG e dimimuídas em 50% do seu tamanho original, tudo se uma única só vez. Economizei bastante tempo. Boa sorte e comentem ok?




Nesse painel da figura, instalaremos na nossa máquina virtual o hardware que desejamos que ela tenha. Dessa forma, poderemos utilizar CDs, Disquetes (alguém ainda usa isso?), entradas LPT e COM, e assim por diante. Basta entrar nas opções e marcar as que você desejar. Na figura abaixo, estou configurando minhas placas de rede. Você não pode deixar essa etapa de fora pois ficará sem internet na máquina se não o fizer. No caso desse laptop que estou usando para fazer o tutorial, tenho 2 placas: uma com fios e outra wireless. Marquei duas placas e no quadro escolhi individualmente as placas, para que as duas funcionem. Apesar de ter dois tipos diferentes de placa, na máquina virtual sempre aparecerá como se eu tivesse duas placas com fio. Isso serve para não ter problemas com instalação de drivers no XP. Quando você estiver conectado na máquina host, ou seja, a que está com o Vista, você estará também na máquina virtual.
Bem, tudo configurado, basta clicar em “OK”, voltando ao painel inicial. Nesse momento você deverá inserir o seu CD de instalação do Windows XP na unidade de CD e depois clicar em “Start”, no painel do Virtual PC. Isso fará com que a máquina virtual inicie, simulando exatamente um comnputador, ou seja, com boot e tudo mais. Se você clicar a tecla “delete” no início, poderá até entrar no “setup” da máquina. Resumindo, estamos com uma “máquina” completa em nossas mãos, com placa-mãe própria, placa de rede, placa de vídeo e etc, só que tudo criado por um software. Ela, por padrão, procura o sistema de boot no CD, depois no HD virtual, mas você poderá alterar isso pelo setup da máquina. Logicamente, a máquina não tem sistema operacional, portanto travará logo no seu início se não for colocado o CD de instalação do Windows. Se ela não reconhecer o CD que você inseriu, basta dar um CTR+ALT+DEL na máquina, clicando no menu “Action” e escolhendo a opção.
Depois de instalado o Windows XP, temos que executar um passo essencial, que vai “equilibrar” toda a máquina virtual no sentido de você poder usar o som, vídeo e etc do seu computador, que é a instalação dos drivers. Basta clicar no menu “Action” do console e depois em ”Install or Update Virtual Machine Additions”. Para ficar mais fácil ainda, basta clicar com a tecla “ALT GR” (que é a tecla ALT do lado direito) + a letra I. Como é tudo virtual, o programa simula a inserção de um disco de drivers e instala todos os componentes de “hardware” para você. Basta clicar em prosseguir que tudo será instalado. Quando terminar, o sistema pedirá para reiniciar. Clique em OK e espere reiniciar.























Clique agora em “Adicionar”, e uma nova tela se abrirá, solicitando que você localize o arquivo que baixou. Localize o arquivo “Vero_pt_BR_V203AOC.oxt” (baixado anteriormente) e depois “Abrir”. Uma tela com uma espécie de contrato se abrirá, como visto na figura abaixo. Clique em “Rolar para baixo” e você verá que, no final do contrato, a opção “Aceitar” ficará disponível para clicar. Clique em “Aceitar” e pronto: agora você tem o dicionário instalado! É bom reiniciar o OpenOffice para garantir (o OpenOffice, não o computador ok?).
Para se certificar que está usando o dicionário correto, vá novamente no menu “Ferramentas”, depois e clique em “Opções”. Na tela que se abre, escolha na esquerda a opção “Configurações de Idioma” e depois “Idiomas”. Na parte direita da tela, certifique-se que o idioma selecionado é o Português (Brasil):





