Dicas de Informática – por Fabiano

fevereiro 27, 2009

Edite suas fotos em grupo (em lote)

Filed under: GNU/linux — Tags:, , , , , , — Fabiano Pachêco de Carvalho @ 11:31 am

Olá a todos. Nesses tempos de foto digital, muitas vezes precisamos editar nossas fotos, alterando o formato do arquivo, o tamanho, acrescentando bordas e etc. Quando o objetivo é apenas edita uma foto ou outra, o trabalho é bem simples. Acontece que muitas vezes precisamos fazer edições em lotes de fotos, ou seja, em uma pasta inteira. Fazer uma edição comum a todas as fotos de forma individual é trabalho chato! Para isso, foram criados os programas que fazem o “batch”, que é a edição em lote de arquivos. No GNU/Linux, temos um programa leve, fácil de mexer e que é uma mão na roda quando se necessita fazer edição de fotos em grupo., o Phatch (que significa Photo+Batch). Esse programa está a 1 clique de ser instalado no Ubuntu, bastando procurá-lo na lista de programas, no “Adiocionar/Remover” dos menu “Aplicativos”, clicar nele e mandar instalar… fácil como quase tudo no Ubuntu.

Vou mostrar nesse post como fazer uma edição em um grupo de 70 fotos “.bmp” que se encontram em uma pasta, convertendo elas todas para o formato “.jpg” (formato mais comum usado nos computadores) e diminuindo as fotos em 50% do tamanho original. Vamos aos passos:

O programa funciona basicamente assim: você escolhe uma lista de tarefas que deseja executar nas fotos, depois indica onde estão as fotos e depois manda executar as tarefas… bem simples! Com o programa aberto, precisamos apenas clicar em “+”, para adicionar uma tarefa.

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Na tela que se abriu, escolhi a tarefa “Escala”, pois queria diminuir o tamanho das fotos e depois cliquei em “Add”, para adicionar essa ação a minha lista de tarefas.

patch04

 

 

Cliquei em “+” novamente para escolher a tarefa “Salvar”, pois queria converter para o formato “.jpg”. Note que na lista de tarefas você terá um bom número de funções que poderá adicionar na sua lista de tarefas, como arredondar bordas, alterar brilho/contraste, espelhar as fotos, etc.  Sempre você deverá terminar a lista de tarefas com a função “Salvar”, pois só assim o programa funcionará. Parece lógico, uma vez que você precisa salvar os arquivos editados para que eles tenham efeito. 

 

 

 

 

 

Depois de listadas as tarefas, configurei elas como eu queria, expandindo a lista de funções e alterando os parâmetros de acordo com a minha finalidade.

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Note na foto que coloquei a altura e largura em 50%, para que a fotos, depois de salvas ficassem em metade do seu tamanho original.  Na tarefa “Salvar”, escolhi que as fotos fossem salvas no formato “.jpg”, mantendo uma qualidade de 85, que é considerado boa qualidade para o formato JPEG. Uma vez feitas as alterações, cliquei no item “Nome do Arquivo”, para indicar onde estavam os arquivos que eu queria editar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Uma vez configurado tudo, cliquei no ícone “Execute this action”, para executar minha lista de tarefas. Uma janela se abriu, perguntando onde estavam os arquivos

 

 

Na janela que se abriu, pude escolher que queria que as terfas fossem aplicadas a uma pasta. Indiquei a pasta onde meus arquivos se encontravam, bem como mandei que o programa procurasse, dentro da pasta escolhida, arquivos no formato “.bmp” e “.dib”. Isso é bastante útil quando se tem vários arquivos de fotos de diferentes formatos, pois permite que você faça uma edição seletiva dos arquivos pelo seu formato. Mantive desmarcada a opção “Sobrescrever as imagens existentes”, pois eu desejava manter os arquivos originais. Se não os quisesse, bastaria marcar essa opção. 

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Feito isso, cliquei em “Batch” e pronto! Tudo feito. Minhas 70 imagens foram todas convertidas para JPEG e dimimuídas em 50% do seu tamanho original, tudo se uma única só vez. Economizei bastante tempo. Boa sorte e comentem ok?

fevereiro 4, 2009

Navegue na internet sem deixar rastros

Filed under: navegadores — Tags:, , , , , — Fabiano Pachêco de Carvalho @ 3:18 pm

Olá a todos! Como todos sabem, enquanto navegamos na internet o nosso navegador “grava” vários tipos de informação na nossa máquina, para uso posterior. São cookies, endereços digitados, formulários preenchidos, digitação de endereços e por aí vai. Acontece que nem sempre queremos ter isso gravado. Por algum motivo, queremos navegar “sem deixar rastros” para outra pessoa que venha a usar o computador depois. Sabemos que não basta simplesmente apagar o arquivos temporários, ou excluir os cookies manualmente. Muitas vezes, depois de feito esses procedimentos, quando começamos a digitar um endereço na barra de url, observamos que o navegador completa o endereço com o site que estávamos navagando e queríamos esconder. Isso acontece muito no trabalho.

Para resolver esse problema, o Google colocou em seu navegador (o Google Chrome) uma opção de navagar “anônimo”. Essa função não significa que você vai estar anônimo na internet; significa que você poderá navegar onde quiser, que seu computador não gravará NENHUMA informação a respeito. Nada será gravado em histórico, cookies serão apagados, o endereço não aparecerá na função autocompletar, ou seja, você poderá ir onde quiser que ninguém que usa seu computador poderá saber que você foi, depois que você fechar a janela. Essa função é carinhosamente chamada na net de “função pornô”, pois é largamente usada para se acessar pornografia no trabalho sem que o usuário precise se preocupar em apagar rastros depois. Para usar a função, basta clicar no ítem da ferramenta no canto superior direito do navegador e escolhar a opção “Nova janela anônima”, ou clicar Crtl+Shift+N.

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Você verá que uma nova janela se abrirá, mas ela estará identificada com um desenho de um detetive no canto superior esquerdo dela, bem como haverá uma pequena mudança de cor na aba da janela. Você verá também uma mensagem informando que está no modo anônimo.

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Nada do que você fizer ficará registrado e todas as janelas que você abrir a partir dela (novas janelas ou novas abas) também estarão no modo anônimo. O firefox promote implantar a mesma função na próxima versão, vamos esperar. Boa sorte e deixem um comentário ok?

janeiro 29, 2009

Windows XP rodando dentro do Vista

Filed under: windows — Tags:, , , , , — Fabiano Pachêco de Carvalho @ 3:39 pm

Olá a todos! No post anterior, vimos como criar uma máquina virtual usando um software gratuito da Microsoft. Com a máquina criada, agora é a vez de instalar um sistema operacional nela, pois sem isso temos apenas um computador que não serve para nada. Como vocês devem lembrar, criei uma máquina que possuía um HD (disco rígido) de 10GB e 512MB de memória RAM e que estava predefinida para receber o sistema Windows XP. Escolhi instalar nessa máquina o Windows XP, para que eu possa rodar uns programas que não rodam no Vista. Vamos aos passos.

No programa da Microsoft (Virtual PC 2007), temos um painel onde ficam listadas as máquinas criadas. Como só criei uma, tenho apenas uma listada e é nela que irei instalar o Windows XP. Você poderá criar quantas máquinas quiser e instalar o sistema operacional que quiser também. É uma boa forma de testar o sistema antes, se você tem ainda algum receio de instalar de vez em sua máquina. bem, na tela do painel, vamos clicar uma vez na máquina que usaremos para selecioná-la e depois clicaremos em “Settings”, para configurá-la:

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virtual12-2Nesse painel da figura, instalaremos na nossa máquina virtual o hardware que desejamos que ela tenha. Dessa forma, poderemos utilizar CDs, Disquetes (alguém ainda usa isso?), entradas LPT e COM, e assim por diante. Basta entrar nas opções e marcar as que você desejar. Na figura abaixo, estou configurando minhas placas de rede. Você não pode deixar essa etapa de fora pois ficará sem internet na máquina se não o fizer. No caso desse laptop que estou usando para fazer o tutorial, tenho 2 placas: uma com fios e outra wireless. Marquei duas placas e no quadro escolhi individualmente as placas, para que as duas funcionem. Apesar de ter dois tipos diferentes de placa, na máquina virtual sempre aparecerá como se eu tivesse duas placas com fio. Isso serve para não ter problemas com instalação de drivers no XP. Quando você estiver conectado na máquina host, ou seja, a que está com o Vista, você estará também na máquina virtual.

Como o HD é também virtual, você poderá instalar quantos você quiser. Também não importa se ele é SATA… na virtualização, ele sempre aparecerá como IDE, para não ter problemas de drivers com o Windows XP.

Se vocês observarem, não será possível usar USB na máquina virtual, não temos como configurar isso. A microsoft não disponibiliza no seu programa, que é este do exemplo, a opção de usar USB na máquina virtual. Mas não se preocupe! Para contornar esse problema, basta compartilhar uma pasta do seu computador com a máquina virtual (em “shared folder”) e copiar os arquivos do seu pendrive para essa pasta. Dessa forma, toda vez que precisar usar os arquivos, você terá que copiá-los antes para a pasta compartilhada para poder acessá-los da máquina virtual. Dá trabalho mas resolve. Outra solução seria usar outro programa de virtualização. Você poderá usar um de código aberto, que é melhor, mais rápido, mais configurável e que permite instalar outros sistemas operacionais, como os baseados em GNU/Linux (tava demorando para eu falar em Linux não era?) . Pois é, o GNU/Linux tem um programa melhor e pode ser encontrado clicando aqui. Mas continuemos com o nosso tutorial, pois hoje estamos falando de Microsoft.

bios_virtualBem, tudo configurado, basta clicar em “OK”, voltando ao painel inicial. Nesse momento você deverá inserir o seu CD de instalação do Windows XP na unidade de CD e depois clicar em “Start”, no painel do Virtual PC. Isso fará com que a máquina virtual inicie, simulando exatamente um comnputador, ou seja, com boot e tudo mais. Se você clicar a tecla “delete” no início, poderá até entrar no “setup” da máquina. Resumindo, estamos com uma “máquina” completa em nossas mãos, com placa-mãe própria, placa de rede, placa de vídeo e etc, só que tudo criado por um software. Ela, por padrão, procura o sistema de boot no CD, depois no HD virtual, mas você poderá alterar isso pelo setup da máquina. Logicamente, a máquina não tem sistema operacional, portanto travará logo no seu início se não for colocado o CD de instalação do Windows. Se ela não reconhecer o CD que você inseriu, basta dar um CTR+ALT+DEL na máquina, clicando no menu “Action” e escolhendo a opção.

Uma vez que o sistema iniciou pelo CD, basta proceder a instalação normal do Windows, que não explicarei aqui pois se trata de uma instalação do Windows normal, como se estivesse fazendo em qualquer computador físico. Algumas telas aqui para vocês verem:

 

xp_instalacao-11Depois de instalado o Windows XP, temos que executar um passo essencial, que vai “equilibrar” toda a máquina virtual no sentido de você poder usar o som, vídeo e etc do seu computador, que é a instalação dos drivers. Basta clicar no menu “Action” do console e depois em  “Install or Update Virtual Machine Additions”. Para ficar mais fácil ainda, basta clicar com a tecla “ALT GR” (que é a tecla ALT do lado direito) + a letra I. Como é tudo virtual, o programa simula a inserção de um disco de drivers e instala todos os componentes de “hardware” para você. Basta clicar em prosseguir que tudo será instalado. Quando terminar, o sistema pedirá para reiniciar. Clique em OK e espere reiniciar.

additions01

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Pronto! Agora você tem uma máquina virtual com Windows XP com tudo funcionando e rodando dentro do Vista. Para usar de forma mais integrada, escolha o modo de “Tela cheia”. Dessa forma, você nem notará que está em uma máquina virtual.

Instale agora os programas que você queria rodar como se instalasse em um computador novo… tudo igual. Quando estiver na máquina virtual ativa, todas as ações feitas no computador, com exceção da USB, serão dadas na máquina virtual. Se você inserir um CD, poderá visualizar na máquina, e assim por diante. Em outro tópico, ensinarei a usar uma pasta do sistema host de forma compartilhada com a máquina virtual ok? Abaixo, uma imagem do resultado final. Boa sorte e deixem comentários.

final

janeiro 28, 2009

Como criar uma máquina vitual da Microsoft no Vista

Filed under: windows — Tags:, , , , , — Fabiano Pachêco de Carvalho @ 1:28 pm

Olá a todos! Como todos sabem, os novos computadores já saem de fábrica com o Windows Vista instalado. Apesar de a Microsoft já ter marcado a data do fim do Windows XP (em maio/2009 a Microsoft para de licenciar e fabricar o XP), ainda é grande o número de programas que não rodam no Vista.

Você tem basicamente duas opções para resolver esse problema. A primeira, é instalar o Windows XP em uma partição diferente e usar um gerenciador de boot para permitir que você escolha, quando ligar o computador, qual sistema você quer usar, Vista ou XP (esse é o famoso “dual-boot”). A segunda, bem mais fácil, é criar uma máquina virtual dentro do Vista e instalar o XP nela. Não preciso nem dizer que as duas opções necessitam de um conhecimento mais profundo em informática, apesar de a segunda ter uma execução bem mais fácil.

A máquina virtual é uma “simulação” de um Hardware que é feita via Software. Ná prática, é como se você possuísse um computador dentro de outro, tudo simulado por uma programa de virtualização. Na verdade, a máquina virtual não passa de um arquivo de dados, mas para o usuário é como se tivéssemos um outro computador independente.

Se você deseja apenas rodar um ou outro programa incompatível com o Vista, escolha ter uma máquina virtual. A vantagem da máquina virtual é que você não terá problemas com os drivers, que é o calo de quem tenta instalar o XP em computadores mais modernos. Ou seja, na máquina virtual, tudo funcionará, placa de vídeo, placa de som, placa de rede, etc. A desvantagem é que o sistema fica um pouco mais lento mas, se é pra rodar um ou outro programa, você nem notará essa perda.

Nesse post vou ensinar a instalar o programa gratuito da Microsoft (sim, eles têm programas gratuitos também… heheheh) para criação da máquina virtual, o Virtual PC 2007 e logo depois vou criar uma máquina virtual (ou seja, que não existe fisicamente) com 512MB de RAM e 10GB de disco rígido. Se você tem um Vista original (isso significa que ele não é pirata ok?), basta ir no site da Microsoft e fazer o download do programa, ou clicar aqui e ser direcionado. Faça o download do programa e, quando terminado, clique duas vezes nele para instalar. A instalação é intuitiva, daquele tipo que é só clicar em “NEXT”>”NEXT” e por aí vai, mas possui alguns detalhes. Vejamos:

coloque seu nome e continue

coloque seu nome e continue

 

 

Passada a primeira tela, aceite o contrato. Na próxima tela você será perguntando pelo seu nome e se quer que a máquina possa ser acessada somente por você ou por quem usar o computador. Se você possui apenas um usuário no seu computador e ele é você mesmo, pode deixar marcado para todos. Como estou criando para meu irmão, coloquei o nome dele aqui. Pintei de vermelho minha chave do Vista para que vocês não vejam ok? Mas vocês verão a chave de vocês nesse campo. Na próxima tela você receberá o aviso que o programa foi instalada com sucesso. Pronto, muito simples! Agora você precisa instalar a máquina virtual. Basta seguir a sequência de criação da máquina que será iniciada automaticamente após a instalção do prorama.

 

 

 

Avance a primeira tela e você terá 3 opções de máquina virtual:

marque a primeira opção

marque a primeira opção

 

 

Marque a primeira opção e prossiga. As demais opções servem para você criar uma máquina com padrões pré-definidos ou para adicionar uma máquina virtual que você já tenha criado em outro computador. Essa última opção é bastante interessante pois abre a possibilidade de você transportar sua máquina virtual entre computadores apenas transportando o aquivo dela. Mas vamos prosseguir… 


 

 

 

 

Crie um nome para a máquina virtual (eu usei Windows XP) e depois selecione o Sistema Operacional que deseja usar na máquina. Esse passo é especialmente importante pois faz com que o programa otimize o uso da máquina para aquele sistema operacional que você escolheu. Como o programa é da Microsoft, ele só possui opções de sistemas Windows. Escolha o Windows XP. Repare que ele já define alguns parãmetros básicos, mas vamos alterar esses valores mais na frente. 

crie um nome

crie um nome

escolha Windows XP

escolha Windows XP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

virtual081

 

 

Na próxima tela, ajuste a quantidade de memória RAM que deseja usar na máquna. Por padrão, vimos que o programa usa 128MB para o Windows XP. Mas isso é insuficiente para a maioria dos programas. Aumente para quanto você quiser, mas saiba que isso vai comprometer a performace do Vista quando a máquina virtual estiver em uso. O ideal é usar o que o programa que você pretende usar recomenda. No meu exemplo coloquei 512MB, pois o programa que pretendo usar recomenda isso.

 

 

 

 

No próximo passo devemos escolher se queremos utilizar um disco virtual existente ou criar um novo disco. Como ainda não temos nenhum, vamos criá-lo.  Marque para criar um novo e na tela que se segue determine o tamanho do disco virtual. Eu escolhi 10GB, mas você pode escolher o tamanho que quiser. Lembre-se que só o Windows já usa quase 5GB, ou seja, ainda me sobram 5GB para eu colocar o programa que quiser ou criar alguns arquivos dentro desse meu disco virtual. Para mim é o suficiente. Lembre-se que o tamanho é dado em MB, ou seja 10GB=10240MB.

crie um novo

crie um novo

escolha o tamanho

escolha o tamanho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

virtual12

 

Na próxima tela você verá que a máquina foi criada com sucesso. O que você tem aqui com esse exemplo? É como se você possuísse um computador genérico, que tem um HD de 10GB e 512MB de memória RAM. Agora, basta instalar o Windows XP nele, mas isso é no próximo tópico ok? Deixem comentários e boa sorte.

janeiro 27, 2009

Como editar partições no Vista

Filed under: windows — Tags:, , , , , — Fabiano Pachêco de Carvalho @ 8:52 pm

Olá a todos! É bastante comum se ver nos computadores de hoje o HDs (discos rígidos) particionados. A partição nada mais é que uma divisão de uma estrutura única, o disco rígido, em partes, simulando vários discos rígidos independentes. Eu particularmente sempre particiono meus HDs, colocando o sistema operacional e programas em uma partição, e os meus arquivos pessoais em outra partição diferente. Dessa forma penso que trabalho de forma mais organizada e, se preciso formatar o HD (quero deixar claro que só faço isso no Windows mesmo!), formato apenas a partição do Windows, sem precisar me preocupar com meus arquivos.

Muitos não sabem, mas o Windows Vista vem com um bom editor de partições, além de ser bem fácil de usar. Lógico que não se trata de nenhm Gparted do GNU/Linux, mas permite fazer o básico como criar e editar (aumentar, diminuir, etc.) partições compatíveis com o sistema Windows (ou seja, FAT e NTFS). Para encontrar o editor de partições basta ir ao “Painel de Controle” e procurar o item “Sistema e Manutenção”. Dentro do item você verá as “Ferramentas Administrativas” e escolherá a opção “Crie e formate partições do disco rígido”

particao01particao02

Uma vez dentro do editor de partições, temos uma interface bem intuitiva. Podemos ver quais as partições que o computador já possui (caso ele possua alguma). Para editar alguma coisa, basta clicar com o botão direito do mouse na partição que deseja editar. Lá surgirão 3 opções básicas que são “Estender”,  “Diminuir” e “Exluir” o volume. No caso desse computador que retirei as fotos das tela, eu desejava criar uma partição separada para poder instalar o Windows XP. O computador já possuía 2 partições, a “C:”, local onde está instalado o Windows Vista, e a “HP-RECOVERY” que é a partição onde se encontra o sistema de recuperação da HP (é o laptop HP do meu irmão, hehehehe). Como o meu HD já estava todo usado com essas duas partições, tive que primeiro “Diminuir o volume” da partição “C:”, liberando 20Gb (que foi o tamanho que escolhi). Lembre-se que o tamanho é dado em megabytes, ou seja 1Gb é igual a 1024MB. Basta fazer o cálculo antes de digitar o tamanho.

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Depois, formou-se um espaço fazio e sem formatação de 20Gb entre as duas partições, e isso é bem lógico, já que dominuí uma partição. Nesse espaço fazio, cliquei com o botão direito do mouse e selecionei “Formatar’ para poder formatar o novo espaço, criando a nova partição. Coloquei o nome de “Windows XP”, mas poderia ter colocado qualquer nome e escolhi o sistema de arquivos “NTFS” que é o sistema padrãodo Vista e de versões mais novas do XP. Depois atribuí a letra “D:” para essa partição, para que eu a visse assim no meu gerenciador de arquivos.

Pronto! No final fiquei com a  configuração ao lado.Agora posso instalar o Windows XP nessa outra partição e ficar com os dois sistemas funcionando na mesma máquina! Boa sorte e deixem um comentário ok?

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janeiro 15, 2009

Como usar partições do Linux no Windows

Filed under: GNU/linux, windows — Tags:, , , , , — Fabiano Pachêco de Carvalho @ 11:37 am

Olá a todos! Quem tem no seu computador o GNU/Linux e o Windows instalados (com dual-boot), sabe que podemos usar as partições do Windows pelo GNU/Linux sem qualquer problema, como se fizessem parte do próprio sistema. Na verdade não há, para o usuário, nenhuma diferença no uso de sistemas de arquivos diferentes. Essa situação não é a mesma quando se tenta fazer o contrário,ou seja, acessar a partição do GNU/Linux pelo Windows. Por padrão, o Windows não lê nem reconhece as partições que não são formatos da Microsoft, ou seja, só reconhece as FAT e NTFS. Mas há alguns programas que podem ser instalados no Windows que fazem com que as partições ext2 e ext3 sejam reconhecidas nativamente no Windows.

Vou mostrar aqui como fazer isso com o programa IFSDRIVE. Escolhi esse programa porque ele é compatível com o Vista, que foi o sistema que escolhi para instalar. Mas ele também pode ser usado no Windows XP. 

desmarque para ler e gravar

desmarque para ler e gravar

Vá ao site do programa e faça o download do mesmo, ou clique aqui para ser direcionado para a página de download. Não vou explicar aqui o passo-a-passo para baixar o arquivo pois se você está tentando ter sua partição ext2-ext3 lida é porque você já sabe fazer isso. Com o programa baixado, começe a instalação. O proceso é típico do Windows, bastando seguir a velha sequência do NEXT>NEXT, até concluir. 

Alguns detalhes devem ser revistos na instalação, e é disso que falarei aqui. Você terá a opção de escoler se quer apenas o sistema read-only. Escolha essa opção se você deseja apenas “ler” os arquivos e não gravá-los, ou seja, editá-los. É uma forma de proteger sua partição de gravações não desejadas, mas prefiro ter a possibilidade de poder ler e gravar, portanto, deixei essa opção desmarcada.

Mantive marcada a opção “Enable UTF-8 encoding”, pois uso o Ubuntu 8.10 e essa é a recomendação do programa. Também mantive a opção “Enable the large file feature”. Essa opção me permite trabalhar com arquivos que tenham mais de 2gb de tamanho.

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escolha as "letras" que deseja para os seus drives

escolha as "letras" que deseja para os seus drives

 

 

 

Um vez que você passa por todas essas etapas, você chegará em um ponto onde deverá atribuir letras as partições do GNU/Linux que você possua. Essa etapa é muito importante pois é aqui que você irá atribuir as letras dos drives para serem referidos pelo Windows em seus programas, como no “Explorer” e do “Meu Computador”

Veja na tela que já possuo nesse laptop as unidades C:,D:,F: e G:, todas do Windows. Atribuí a letra H: para chamar a minha partição do GNU/Linux, mas deixei minha outra partição GNU/Linux sem nenhuma letra, pois não queria que ela fosse usada. 

 

 

 

 

Agora tenho minha unidade reconhecida pelo Explorer. Veja as telas de antes e depois da atribuição das letra pelo programa:

antes

antes

depois

depois

 

Pronto, agora você poderá acessar suas partições GNU/Linux. Boa sorte e comentem ok?

janeiro 14, 2009

“Paint” do Windows no Ubuntu?

Filed under: GNU/linux — Tags:, , , — Fabiano Pachêco de Carvalho @ 12:11 am

Olá a todos! No Windows, seja qual for a versão, existe um editor de imagens bem simples e leve, mas que resolve muitos problemas rápidos. É o Paint, que vem junto com o sistema operacional de “brinde”. Quando foi criado, ele era apenas um editor de imagens tipo bmp, mas com a evolução ele passou a editar praticamente todo tipo de imagem.

Existe um equivalente ao Paint no Ubuntu, em leveza e simplicidade. O nome dele também é equivalente, chama-se GPaint. Ele não vem instalado por padrão no Ubuntu, mas está nos repositórios e pode ser instalado com apenas alguns cliques. Vamos aos passos:

Clique no menu “Aplicativos” e depois em “Adicionar/Remover”, para entrar no instalador de programas. Na tela que se abre, digite na barra de procura o nome GPaint. Se nada aparecer, escolha no menu ao lado da barra a opção “Todos os aplicativos disponíveis” que assim vai aparecer ele. Você verá que o programa aparecerá nos resultados, com sua caixa desmarcada. Apenas marque a caixa e clique em “Aplicar Mudanças”, no canto inferior direito.

marque e aplique

marque e aplique

Uma caixa de diálogo aparecerá, perguntando se você confirma a instalação do programa. Cliqueem “Aplicar”. Será feito o download e instalação. Basta esperar.

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Depois de esperar… pronto! O programa está instalado. Muito fácil! Agora basta clicar no menu “Aplicativos”, depois “Gráficos” e ele estará lá para ser usado. Como eu disse, é um programa bem simples, que segue o estilo do Paint do Windows… vale a pena instalar. Boa sorte.

tela do GNU Paint

tela do GNU Paint

janeiro 13, 2009

Novas regras da Língua Portuguesa no OpenOffice

Filed under: geral — Tags:, , , , , , — Fabiano Pachêco de Carvalho @ 7:24 pm

Em um post anterior, ensinei como instalar o corretor ortográfico VERO no navegador Mozilla Firefox. Esse corretor já está de acordo com as novas regras da Língua Portuguesa, que entraram em vigor no de 01/jan/2009.

Dessa vez, vamos instalá-lo no OpenOffice 3, que é o concorrente gratuito e de código aberto do Office da Microsoft. Vale lembrar que, segundo a própria Microsoft, o Office 2007 só disponibilizará um dicionário adaptado as novas regras “até o ano de 2012”. Quem usa o OpenOffice, além de utilizar um programa excelente e à altura do Office da Microsoft, mas totalmente gratuito e aberto, estará um passo a frente em relação à correção ortográfica. Portanto, parem de ficar pirateando o Office e instalem o OpenOffice!!! Vamos aos passos…

Vá ao site de download do VERO e baixe a versão mais atual, ou clique aqui para ser direcionado. Na página, clique no arquivo “Vero_pt_BR_V203AOC.oxt” para baixá-lo:

faça o download

faça o download

Salve o arquivo em um local que você possa achá-lo depois. Agora é só entrar no OpenOffice 3, clicar no menu “Ferramentas” e depois em “Gerenciador de extensão”, como na tela abaixo:

vero_021Clique agora em “Adicionar”, e uma nova tela se abrirá, solicitando que você localize o arquivo que baixou. Localize o arquivo “Vero_pt_BR_V203AOC.oxt” (baixado anteriormente) e depois “Abrir”. Uma tela com uma espécie de contrato se abrirá, como visto na figura abaixo. Clique em “Rolar para baixo” e você verá que, no final do contrato, a opção “Aceitar” ficará disponível para clicar. Clique em “Aceitar” e pronto: agora você tem o dicionário instalado! É bom reiniciar o OpenOffice para garantir (o OpenOffice, não o computador ok?).

vero_033Para se certificar que está usando o dicionário correto, vá novamente no menu “Ferramentas”, depois e clique em “Opções”. Na tela que se abre, escolha na esquerda a opção “Configurações de Idioma” e depois “Idiomas”. Na parte direita da tela, certifique-se que o idioma selecionado é o Português (Brasil):

vero_041

Na página do VERO você poderá ver um FAQ que explica como saber se o seu corretor está funcionando corretamente. Basicamente você deverá digitar algumas palavras que mudaram com a nova regra e esperar para ver se o corretor acusará erro. Uma palavra que comprova que está atualizado é a “microarranjo”. Se ela não grifar de vermelho quando você digitar é porque você está com tudo funcionado. Você pode digitar também ‘miniautomóvel’, ‘microteste’, “autorreconhecimento’, ‘reparcelamento’ (sem as aspas, é claro). Se elas não ficarem grifadas é porque está tudo ok.

Boa sorte e comentem ok?

janeiro 10, 2009

Confusão e Punição!

Filed under: geral — Fabiano Pachêco de Carvalho @ 3:48 pm

Olá a todos! Deletei hoje o meu post sobre “como validar o windows xp sem instalar nada!” por exigência da equipe do WordPress.com, que é o servidor que hospeda o blog.  Depois de ter meu blog suspenso, recebi uma mensagem informando que meu post ia de encontro com as normas do WordPress, pois divulgava uma forma de validar um programa pago. Apaguei o post e tive o blog de volta!

É uma pena, pois esse era o post mais movimentado do meu blog. Na verdada, a dica que eu ensinava já é bem velha, mas eu a apresentei de uma forma mais prática, mostrando as telas do passo-a-passo, de forma que não tinha como errar! Isso gerou muita visita, e meu blog crescia muito todos os dias, chegando a 2.000 visitas em apenas 12 dias de vida.

A dica que eu apresentei foi pega em 2 blogs bem famosos que estão hospedados aqui no WordPress também. É uma pena que somente o meu tenha sido suspenso e que eu tenha que apagar o post, quando os outros (já vi mais de 10) mostram a mesma coisa ou pior, e podem ficar no ar. De qualquer forma, espero que voltem sempre ao blog pois certamente encontração muita coisa boa. Valeu

janeiro 3, 2009

Forçar conexão em 3G no Giant D301 no Windows

Filed under: geral, windows — Tags:, , , , , , — Fabiano Pachêco de Carvalho @ 9:58 am

Olá a todos. Quem usa os modens 3G para conectar a internet vive sofrendo com a instabilidade do sistema. É certo que isso tem diminuído com o passar do tempo, mas não acabou. Quem comprou algum plano 3G logo no início do lançamento, provavelmente comprou o modem Giant D301 (pelo menos na Claro era assim), quem vem com um discador próprio, instalado direto de um CD que o acompanha.

sinal 2.5G mais forte

sinal 2.5G mais forte

Não sei se vocês sabem, mas esse modem procura sempre se conectar na rede que estiver mais forte (com sinal mais potente) para ele, para poder prover uma estabilidade maior. Acontece que a rede mais forte nem sempre é a rede 3G!!! Frequentemente a rede mais forte é a GPRS ou então a EDGE, que são consideradas 2G ou 2.5G. Resumindo, o modem se conecta a uma rede mais lenta, que tem um sinal mais forte, para manter o sinal estável. Na imagem ao lado, podemos observar que na minha casa o sinal 2.5G (ou seja, EDGE) é mais forte. Consequentemente o modem conecta a essa rede, ao invés da 3G (que é mais rápida), do meu plano de internet.

No Windows XP, é muito fácil configurar o modem para que ele escolha a rede 3G (mais rápida), mesmo que o sinal dela esteja mais fraco. Isso resolve o problema de quem paga por uma rede mais rápida e recebe uma bem lenta. Em outro post vou explicar como fazer a mesma coisa em GNU/Linux. Vamos aos passos.

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Uma vez com o discador aberto, mas sem estar conectado, clique no botão “Menu” (ao lado do botão de conectar), depois clique em “Configurações” e depois em “Selecionar banda de frequência”. Não adianta tentar fazer isso com o modem conectado que a opção não estará disponível.

Na tela que aparece, vamos escolher “seleção manual” e clicar em “Concluir”.

claro03

Na próxima tela, marque a opção “3G”, que estará como “disponível”, e clique em “Avançar”.

escolha 3G

escolha 3G

pronto! 3G está como padrão agora

pronto! 3G está como padrão agora

Agora que você está com o 3G como padrão, basta conectar normalmente. Você notará que agora o discador mesmo offline escolhe a rede 3G e a mantém depois que se conecta, mesmo com um sinal mais fraco. O problema é que todas as vezes que você quiser conectar, você terá que fazer isso. Ainda não decobri uma forma de deixar isso permanente. Deixem um comentário ok? Boa sorte.claro07claro08

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